
Tem uma música que eu adoro. E foi dela que eu tirei minha concepção do amor. Eu nunca tive uma - e mesmo depois de ter uma ainda não gosto de certas coisas que o amor faz conosco. Ele em si é bom, mas a loucura que o acompanha... Essa complica tudo!
Mas, ainda assim queremos o pacote completo.
É ele sempre consegue nos convencer, e eu diria que ele é o melhor. Até hoje nunca consegui desistir dele. É, estou solteira. E sim, é a história do príncipe encantado. Ah, dessa eu não largo - por enquanto.
"É como tocar o mesmo violão e nele compor uma nova canção". Afinal, quem não quer sentir isso? Mesmo sendo um "campo" desconhecido. Todo mundo que espiar e dar uma provadinha. Como será sentir uma conexão eterna com uma única pessoa? Fazendo com que as outras pessoas sejam totalmente desinteressantes e você está sempre flutuando. E que quando você voltar a usar fraldas, ele ainda vai ser o velhinho mais lindo.
Mesmo que por enquanto eu não me imagine namorando uma pessoa por mais de cinco anos, eu me imagino admirando os frutos do meu amor nos poucos dias que me restam a dois. Eu não entendo o porquê desses dois pólos, mas eu sei que em algum momento eles vão se conectar. Por algo bem mais forte que cabos de aço, ou qualquer outra coisa.
Mesmo sendo totalmente leiga nesse sentimento mais desejado do mundo, tenho certeza de nem Oscar Niemeyer com tantos anos de experiência faria uma descrição que se aproximasse da verdadeira sensação ou da própria verdade do amor.
É, o amor não é algo fácil de entender. Belo texto, adorei!
ResponderExcluiraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa ADOREI
ResponderExcluirsuper genial...